Equipe FrancoDroid busca novo título em torneio de robótica

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Equipe FrancoDroid busca novo título em torneio de robótica
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Equipe FrancoDroid busca novo título em torneio de robótica

Nos dias 7 e 8 de maio, acontece a etapa regional do Torneio First Lego League (FLL) de Robótica. O objetivo principal da disputa é estimular que os estudantes busquem soluções para problemas do cotidiano da sociedade.

Os temas variam a cada ano. E, desta vez, será RePLAY, com o intuito de incentivar a prática de atividades físicas para garantir uma maior qualidade de vida, ao evitar o sedentarismo e promover a saúde. A FrancoDroid, equipe de robótica do Colégio Franco-Brasileiro,  por exemplo, criou um sistema para dispositivos mobile.

Nele, o trecho do transporte público mais lento do trajeto é substituído por uma caminhada, de forma que o tempo total se mantenha quase inalterado, mesmo após a integração da caminhada. O nome é Scarf.

– Por exemplo, se, hoje, só tenho 30 minutos para chegar ao trabalho e levarei 16 minutos de metrô, posso escolher a opção de trajeto, na qual eu desço duas estações antes do local. No final, darão 30 minutos no total, em que estarão presentes 12 minutos de caminhada. Ao longo do tempo, todos os trajetos feitos são contabilizados, sendo gerados relatórios através dos quais o indivíduo pode acompanhar seu progresso –explica Daniel Gudin, integrante da equipe.

Aos 17 anos e aluno do terceiro ano do Ensino Médio no Franco, Daniel vê diversas praticidades na robótica:
– A gente verifica conceitos de física na prática, aprimora nossa capacidade de trabalhar em equipe, tem oportunidade de trocar experiência com outras equipes, fazer novas amizades e, acima de tudo, construir um aprendizado incrível em diversos campos.
O time de robótica do Franco coleciona troféus, alguns, inclusive, de FLL.

Mas o destaque foi para a vitória no Global Innovation Award, em 2019, na Califórnia, que reuniu 20 equipes com as melhores pesquisas da temporada, avaliando diversos fatores. Na ocasião, os alunos do colégio desenvolveram o CosmoCup para astronautas. Tratava-se de um coletor menstrual especial com uma membrana na parte superior que impede que o sangue se espalhe pela aeronave. O prêmio foi de 20 mil dólares, e a equipe do Franco foi a única do país a deter esta conquista. Por esse feito, ganhou o título de embaixadora de inovação do Brasil.

Currículo vitorioso à parte, Daniel sabe que o mais importante não é o troféu:

– Estamos confiantes, já que investimos muito tempo e esforço no robô e projeto de pesquisa, mas, independente disso, consideramos que o aprendizado é o maior dos prêmios. A equipe de robótica do Franco, por sinal, foi lançada em 2009 justamente para disputar o FLL.

– Quando participamos pela primeira vez nos conectamos com formato do torneio, porque desenvolve o interesse dos alunos em temas como Ciências, Matemática e Tecnologia dentro do ambiente escolar, inspirando e desafiando crianças e jovens a pensarem como cientistas e engenheiros – explica a professora Rosângela Nezi, responsável pela equipe.

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